A nossa medida de amor para com o próximo é “como a nós mesmos”. É um mandamento da lei de Deus.
Algumas vezes já ouvi alguém questionar: “Como posso amar o outro como a mim mesmo se nem sempre os gostos do próximo são iguais aos meus?”
Existe aí um erro de interpretação. Não é questão de fazer ao outro o que me dá prazer. Trata-se de eu me colocar no seu lugar para entender como posso ajudá-lo.
Em prática: se tenho fome, gostaria que alguém me desse de comer; se não tenho o que vestir, gostaria que alguém me desse uma roupa; se estou triste, que alguém fosse solidário comigo.
Amar o próximo não significa agradar o outro, mas servi-lo.

Apolonio Carvalho Nascimento