Não cabe a mim julgar ninguém. Devo ver cada pessoa que encontro como um próximo a ser amado.
Não posso rotular as pessoas por categorias, por idade, pela aparência, por posição social ou qualquer outro tipo de qualificação boa ou ruim.
O meu dever de cristão é tratar com cada um sem nenhum tipo de preconceito.
Na minha profissão de médico procuro ver cada paciente como alguém que precisa de toda a minha atenção e de todo o meu amor, sem fazer nenhuma distinção.
Só há um modo para ver além das aparências e amar a todos sem fazer acepção de pessoas: reconhecer a presença de Jesus em cada próximo.

Apolonio Carvalho Nascimento