O convite de Jesus para que que tomemos a nossa cruz e o sigamos, não impede que a compartilhemos entre nós. De fato o próprio Jesus compartilhou a sua com Simão o Cirineu, que o ajudou a carregar a cruz até o Calvário. Na verdade, o que Deus sempre quis nos ensinar através dos patriarcas, juízes, profetas e do seu filho Jesus Cristo, é que devemos nos amar, compartilhando nossas alegrias e dores. Vivendo uns pelos outros, tratando-nos como irmãos independente de raça, cor, posição social, religião, nacionalidade, idade ou ideologia. A partilha é completa quando dividimos as dores e dificuldades, quando colocamos em comunhão o nosso ser e não somente o nosso ter. Na prática isso significa fazer o trabalho do outro para que ele possa cuidar de sua saúde, encorajar para que tenha forças de resolver seus problemas, para que possa abandonar um vício, ou ainda, ajudar alguém a cuidar de um doente, incentivar o desanimado oferecendo-se para prosseguir juntos. Enfim, podemos resumir em “Amar o próximo como a si mesmo”.
Apolonio Carvalho Nascimento