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Todos os meses um grupo de integrantes das Igrejas católica, presbiteriana e batista se encontra em Aracaju quase todos os meses e duas vezes por ano esse encontro é ampliado: no culto ecumênico e na confraternização natalina.
Como parte da programação da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC), no dia 13 de maio foi promovido o culto ecumênico, com a participação de 118 pessoas de diferentes denominações religiosas e movimentos, dentre os quais um bispo, seis padres, seis pastores e três presbíteros.
“O culto ecumênico foi a coisa mais linda do mundo. O presbítero Marcos, da Igreja Presbiteriana, fez uma homilia para ninguém botar defeito: nos colocou na posição de verdadeiros irmãos e verdadeiros responsáveis pela mudança de atitudes e que a igreja de Deus precisa fazer para que o mundo seja um pouco melhor. Ele nos fez refletir sobre o papel de cristão no mundo de hoje, principalmente no nosso país. A mudança está em nós, somos nós responsáveis para que os outros acreditem que tudo pode ser melhor. Que esperança existe. Senti a presença de Deus entre nós”, declarou uma integrante do Movimento dos Focolares, que participou do culto”.
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“O culto foi belíssimo, a verdadeira unidade era visível nos relacionamentos e não apenas entre católicos e evangélicos, mas também entre as diferentes comunidades da Igreja Católica. Ali éramos uma única igreja”, disse uma outra.
Um jovem contou: “Como estava bastante atarefado com a universidade, cogitei não ir ao culto, mesmo tendo participado de uma reunião de preparação! Porém, percebia depois pequenos milagres durante o dia de sexta, que não teria melhor forma de retribuir a Deus e a N. Senhor de Fátima, padroeira do dia, tantas graças, senão com minha presença e ajuda. Confirmei então que ia e também a minha disponibilidade em fazer a primeira leitura, como me tinha sido pedido. Ao chegar ao culto, só sentia uma presença: Jesus, e Jesus Ressucitado”.
Um jovem da Comunidade Shalom afirmou: “Para ser sincero, vim porque a comunidade me pediu para ajudar nas canções do culto, mas a forma como as pessoas do Movimento dos Focolares me receberam e ajudaram nas canções, depois o culto em si, a amizade do bispo com os padres e pastores ali no altar, esqueci minhas preocupações. Só Deus pode fazer isso com a gente”.
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“Eu sempre soube desse culto, mas achei que era uma coisa superficial. Hoje eu tive vergonha dos meus pensamentos. O que eles falam de amar a todos é de verdade, eu percebi que é sincero”, declarou um padre.
Um pastor da Igreja Presbiteriana contou: “Quando me convidaram para primeira reunião, eu fui, mas estava ‘armado’. O bispo D. Lessa percebeu e me disse sorrindo: fique tranquilo, nem você vai me converter nem eu vou lhe catequizar, estamos aqui para viver como irmãos’. E assim estou aqui há alguns anos, hoje fiquei feliz em ter conseguido trazer pastores e presbíteros da minha igreja para participar, e estou muito feliz por ter sido convidado para fazer a reflexão do evangelho. Estou muito feliz, Jesus em meio é tudo!”.