A felicidade era um sinal de reconhecimento dos cristãos nos primeiros séculos. Até mesmo quando condenados, iam ao martírio cantando. Era como um distintivo, a alegria era a sua marca.
Hoje podemos dar essa mesma impostação à nossa vida, pois quem procura viver realmente o Evangelho e não apenas o estuda, descobre essa alegria que nem mesmo a dor pode cancelar.
“Porque há maior alegria em dar do que em receber” (At 20,35).
Essa frase dos Atos dos apóstolos pode explicar de onde vem essa felicidade, do amor-doação.
Apolonio Carvalho