Preciso saber perder a minha ideia para manter a concórdia, ou mesmo porque a ideia do outro é a melhor.
É necessário ter muita humildade para viver desta maneira.
Quando consigo viver assim, é como se me libertasse de mim mesmo. Como se conseguisse a coisa mais difícil de se fazer: renunciar ao próprio “eu”.
Para manter o amor entre nós, devo saber quando doar ou quando perder o meu pensamento.
O meu propósito é amar na medida com a qual Jesus amou. Ele deu a própria vida.
Diante disso, perder o próprio pensamento é muito pouco. Não me custa nada, se o benefício é manter a caridade recíproca.
Viver com humildade, por amor. Não por medo, imposição ou coação, mas por amor. Assim vale a pena.

Apolonio Carvalho Nascimento