Muitas vezes, nos protegemos emocionalmente para evitar o incômodo de sentir o sofrimento dos outros, mas a compaixão verdadeira exige um mergulho profundo, um permitir-se ser tocado pela dor de quem está ao nosso lado.
A compaixão não é apenas um gesto de bondade, é um movimento interno que nos transforma. Quando nos deixamos “ferir” por ela, somos desafiados a sair da indiferença e a agir. Esse ferimento não é um dano, mas sim, uma abertura. É uma rachadura no muro da nossa apatia, por onde entra a luz de Deus, que nos move em direção ao irmão que sofre.
Ao sentir a dor do outro, percebemos que estamos todos interligados, e que nossa capacidade de amar e acolher é, paradoxalmente, fortalecida por essa exposição ao sofrimento.
Não existem riscos quando a nossa intenção é amar o próximo.
Na verdade, o risco não está em sentir demais, mas em não sentir o suficiente.
Apolonio Carvalho Nascimento
A compaixão não é apenas um gesto de bondade, é um movimento interno que nos transforma. Quando nos deixamos “ferir” por ela, somos desafiados a sair da indiferença e a agir. Esse ferimento não é um dano, mas sim, uma abertura. É uma rachadura no muro da nossa apatia, por onde entra a luz de Deus, que nos move em direção ao irmão que sofre.
Ao sentir a dor do outro, percebemos que estamos todos interligados, e que nossa capacidade de amar e acolher é, paradoxalmente, fortalecida por essa exposição ao sofrimento.
Não existem riscos quando a nossa intenção é amar o próximo.
Na verdade, o risco não está em sentir demais, mas em não sentir o suficiente.
Apolonio Carvalho Nascimento