Muitas vezes, quem está distante não grita por socorro, mas se esconde, se isola, silencia. Por isso, é preciso sensibilidade para perceber sua ausência e coragem para ir ao seu encontro com respeito e amor.
Ir em busca de quem está distante é um gesto de amor profundo. É não se conformar com a ausência do outro, com o silêncio, com a dor escondida; é agir como o pastor que deixa as noventa e nove ovelhas para procurar aquela que se perdeu (cf. Lc 15,4).
Deus é o primeiro a buscar quem se afasta. Ele não se cansa de nos chamar de volta, com paciência e misericórdia. E nos convida a fazer o mesmo: sermos instrumentos da reconciliação, pontes de proximidade, mãos estendidas.
Ir em busca de quem está distante é deixar que o amor vença a indiferença.
Apolonio Carvalho Nascimento
Ir em busca de quem está distante é um gesto de amor profundo. É não se conformar com a ausência do outro, com o silêncio, com a dor escondida; é agir como o pastor que deixa as noventa e nove ovelhas para procurar aquela que se perdeu (cf. Lc 15,4).
Deus é o primeiro a buscar quem se afasta. Ele não se cansa de nos chamar de volta, com paciência e misericórdia. E nos convida a fazer o mesmo: sermos instrumentos da reconciliação, pontes de proximidade, mãos estendidas.
Ir em busca de quem está distante é deixar que o amor vença a indiferença.
Apolonio Carvalho Nascimento