Jornada no Rio de Janeiro reúne mais de 500 participantes do Rio de Janeiro e de Minas Gerais para um dia de reencontros

Encontro foi marcado pelo reencontro e por testemunhos e experiências concretas de unidade, além da participação de crianças, jovens e adultos. 

Cerca de 550 participantes, vindos de diversas cidades dos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, estiveram reunidos no dia 21 de setembro, no Rio de Janeiro, para a Jornada do Movimento dos Focolares. O encontro foi marcado pelo reencontro, pela alegria de estar juntos, pela memória da história do Movimento e por experiências concretas de unidade e fraternidade.

Uma história que continua

A Jornada teve início com um vídeo sobre a história do Ideal, retomando momentos importantes e ajudando os participantes a reconhecer a riqueza de um caminho construído ao longo dos anos por tantas pessoas.

Em seguida, foi apresentado um vídeo de Chiara Lubich sobre a Unidade, colocando no centro da Jornada uma das ideias fundamentais do carisma do Movimento. A presença de Chiara, por meio de suas palavras, ajudou a recordar que a unidade não é apenas um ideal a ser contemplado, mas uma realidade que pode ser construída nas relações e nas escolhas de cada dia.

Esse início deu o tom para todo o encontro: olhar para a história para renovar o presente e assumir novamente o compromisso de viver a unidade na vida cotidiana.

Unidade que se torna vida

Nas impressões colhidas após a Jornada, a unidade apareceu como uma das experiências mais marcantes para os participantes. Muitos destacaram o reencontro e a alegria de estar novamente juntos.

Reencontro, alegria e unidade. Um momento de renovação para continuar vivendo o Ideal”, relatou um dos participantes.

Outro definiu a experiência como “um recomeço. Uma grande alegria de pertencer a este movimento”.

Sempre lembrar de viver a unidade não como algo utópico, mas algo prático no dia a dia, a começar por mim”, foi outra impressão registrada. 

Experiências concretas que inspiraram

Outro destaque do encontro foram os testemunhos e as experiências compartilhadas. Relatos de adultos, casais, adolescentes e crianças mostraram diferentes maneiras de colocar em prática os valores da fraternidade, do diálogo e do cuidado com o outro.

Entre as experiências que mais chamaram a atenção dos participantes estiveram as iniciativas da Casa do Menor, da Fazenda da Esperança, além de testemunhos relacionados à vida cotidiana, à educação, à juventude e à construção de relações marcadas pelo respeito às diferenças.

Uma das experiências lembradas foi a vivência do Dado da Paz em uma escola:

Achei uma revolução na escola e ver que é possível.

A experiência despertou a percepção de que a unidade pode alcançar ambientes diversos e transformar concretamente as relações.

Crianças, jovens e a força da arte

A participação de crianças e jovens também foi percebida como um dos elementos significativos da Jornada. Suas presenças, juntamente com apresentações artísticas, música, teatro, dança e outras expressões, deram ao encontro um caráter dinâmico e intergeracional.

Nas avaliações, muitos participantes destacaram justamente a riqueza de reunir diferentes gerações. “As experiências dos adultos, dos adolescentes e das crianças e o Caminho de Nós” foi uma das respostas que sintetizaram essa percepção.

A arte também contribuiu para transmitir mensagens e experiências de maneira sensível, tornando o conteúdo da Jornada acessível e significativo para públicos diferentes.

Da Jornada para a vida

As reflexões sobre unidade não terminaram no encontro. Para muitos participantes, o principal fruto da Jornada foi justamente a renovação do desejo de levar para o cotidiano aquilo que foi vivido.

Entre as impressões registradas estão expressões como “É possível viver a unidade com todos”, “A unidade é o Evangelho Vivo” e “O exercício de amar nas pequenas coisas”.

Outro participante resumiu o desafio assumido a partir do encontro: “Que eu preciso fazer a diferença, para que haja um mundo melhor, um mundo unido. Não ficar esperando que o outro faça.

Assim, a Jornada foi percebida não somente como um momento de encontro, mas como uma oportunidade de recomeçar e renovar escolhas concretas.

Uma Jornada para recomeçar

Ao recuperar a história do Movimento, escutar novamente a voz de Chiara Lubich sobre a unidade, conhecer experiências concretas e celebrar juntos a diversidade de pessoas e gerações, a Jornada tornou-se um convite a olhar para o presente com renovada esperança.

É justamente nesse espírito que a Jornada continua: na vida de cada participante, nas comunidades, nas famílias, nos ambientes de trabalho e estudo e em cada relação em que a escolha pela unidade pode se tornar concreta.

Mais do que recordar uma história, o encontro convidou todos a continuar escrevendo-a, fazendo da unidade um estilo de vida e uma contribuição concreta para um mundo mais fraterno.

Fotos: Comunidade do Movimento dos Focolares Rio de Janeiro e Minas Gerais.

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