Dizer não à cultura da exclusão é afirmar, com atitudes concretas, que ninguém deve ser discriminado. É reconhecer que toda pessoa carrega um valor que não pode ser ignorado ou descartado.
A cultura da exclusão se manifesta quando fechamos os olhos, quando julgamos antes de conhecer, quando criamos muros entre nós. Ela cresce no silêncio cúmplice e na indiferença disfarçada de normalidade.
Escolher o caminho oposto é praticar a inclusão no cotidiano: ouvir quem não tem voz, acolher quem foi ferido, dar espaço a quem sempre foi empurrado para as margens.
Não à cultura da exclusão é, no fundo, um sim radical à dignidade humana e à construção de uma sociedade mais justa, sensível e fraterna.
Apolonio Carvalho Nascimento
A cultura da exclusão se manifesta quando fechamos os olhos, quando julgamos antes de conhecer, quando criamos muros entre nós. Ela cresce no silêncio cúmplice e na indiferença disfarçada de normalidade.
Escolher o caminho oposto é praticar a inclusão no cotidiano: ouvir quem não tem voz, acolher quem foi ferido, dar espaço a quem sempre foi empurrado para as margens.
Não à cultura da exclusão é, no fundo, um sim radical à dignidade humana e à construção de uma sociedade mais justa, sensível e fraterna.
Apolonio Carvalho Nascimento