No dia 12 de outubro, a comunidade do Rio Grande do Sul viveu um dia de encontro e comunhão com Ana Maria e Aldo, novos responsáveis do Movimento dos Focolares no Brasil. O Centro Mariápolis Arnold, em São Leopoldo (RS), acolheu os participantes para uma jornada de convivência, partilha e renovação do Ideal.
O dia começou com a Santa Missa, seguida de um almoço de confraternização. À tarde, Ana Maria e Aldo compartilharam sua caminhada no Movimento dos Focolares e falaram sobre a missão que agora lhes foi confiada. Destacaram que estão a serviço da comunidade, com a disposição de escutar, acolher e caminhar junto com as pessoas.
Um dos momentos da programação foi dedicado a uma reflexão sobre Maria, inspirada em um vídeo de Chiara Lubich. Cada participante escolheu uma imagem de Nossa Senhora com a qual mais se identificava e compartilhou experiências e graças recebidas. Os relatos destacaram a presença de Maria nas diferentes situações da vida, como mãe que acolhe, acompanha e conduz à unidade.
A presença dos jovens também esteve entre os temas do encontro. Em um diálogo aberto, eles expressaram seus anseios e destacaram a importância de serem convidados a participar e assumir responsabilidades. A escuta, a simplicidade do Ideal e as experiências concretas de fraternidade foram apontadas como caminhos para construir novas respostas em conjunto.
Outro tema abordado foi a sustentabilidade do Centro Mariápolis Arnold, reforçando a importância da corresponsabilidade e da busca conjunta por soluções. Também foi apresentada a experiência do grupo CEU – Comissão Estratégica pela Unidade, que vem contribuindo para a caminhada das comunidades gaúchas.
O encontro foi marcado pela proximidade, escuta e partilha, renovando entre os participantes o desejo de caminhar juntos, inspirados por Maria, mãe da unidade, e de continuar construindo a fraternidade por meio de gestos concretos de amor e doação.
Um casal que participou pela primeira vez resumiu a experiência: “Só temos a agradecer muito a receptividade recebida. Fomos muito bem acolhidos e conseguimos sentir o olhar diferenciado com que cada um do grupo via o outro e também a nós, dispensando seu tempo para uma comunicação muito atenciosa. Aproveitamos cada momento”.


