Libertar-se da própria comodidade

A zona de conforto nos dá uma sensação de segurança, previsibilidade e controle de tudo, mas também pode se tornar uma prisão silenciosa, que nos impede de experimentar o novo, de aprender e evoluir.
Muitas vezes, não é o medo do fracasso que nos paralisa, mas o apego ao que já conhecemos. A rotina confortável, as desculpas convenientes e o conformismo disfarçado de “prudência” nos fazem acreditar que estamos bem assim. No entanto, a verdadeira vida, aquela que pulsa a todo momento, que transforma e nos faz sentir vivos, começa quando ousamos atravessar os limites daquilo que é cômodo.
Libertar-se da própria comodidade é escolher o desconforto temporário em nome de um projeto inovador. É aceitar que o crescimento exige esforço, e, às vezes, dor. Mas é também compreender que cada passo fora da zona segura é um passo em direção a uma versão mais autêntica e plena de nós mesmos.

Apolonio Carvalho Nascimento
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