Nós corremos para cumprir tarefas, responder mensagens, resolver problemas, e, nesse movimento constante, muitas vezes passamos pelas pessoas sem realmente vê-las.
Parar não é perder tempo. É criar espaço interior. Quando paramos, silenciamos o barulho de dentro e de fora, e só então conseguimos perceber a dor que não é dita, o olhar cansado, o pedido de ajuda disfarçado de conversa comum.
Confortar não começa com palavras certas, mas com presença verdadeira. Para isso, é preciso interromper a própria agenda, o próprio ritmo, o próprio ego.
Parar também nos torna mais humanos. Quem aceita que também precisa de pausas entende melhor quem precisa de apoio. Assim, o conforto ao próximo se torna um ato de comunhão.
Apolonio Carvalho Nascimento
Parar não é perder tempo. É criar espaço interior. Quando paramos, silenciamos o barulho de dentro e de fora, e só então conseguimos perceber a dor que não é dita, o olhar cansado, o pedido de ajuda disfarçado de conversa comum.
Confortar não começa com palavras certas, mas com presença verdadeira. Para isso, é preciso interromper a própria agenda, o próprio ritmo, o próprio ego.
Parar também nos torna mais humanos. Quem aceita que também precisa de pausas entende melhor quem precisa de apoio. Assim, o conforto ao próximo se torna um ato de comunhão.
Apolonio Carvalho Nascimento