Posso permitir que o sofrimento do outro não me seja indiferente. Deixar que a sua dor toque o meu coração e me faça sair da simples observação para a ação concreta, transformando a sensibilidade em cuidado com o próximo.
Hoje é o outro que precisa; amanhã poderia ser eu. Essa consciência me torna mais humilde e solidário.
Ser compassivo não é apenas dar algo material, mas oferecer presença. Muitas vezes, o que mais falta ao necessitado não é só o pão, mas alguém que o veja, o chame pelo nome e reconheça seu valor.
A compaixão é uma forma concreta de amor. Ela nos aproxima de Deus e nos humaniza, construindo uma sociedade mais justa, fraterna e sensível ao sofrimento humano.
Apolonio Carvalho Nascimento